Hoje o Santos tem mais uma difícil batalha para chegar a conquista do Tri Campeonato da Taça Libertadores da América. Para isso a nação santista conta com o goleiro Rafael, pois se ele repetir as boas atuações das ultimas partidas e não sofrer nenhum gol, o Santos estará na final da competição, pois um simples empate da essa garantia ao time brasileiro, já que ganhou o primeiro jogo no Pacaembu pelo placar de 1 x 0.
Não será um jogo fácil, pois o time do Cerro Porteño promete entrar em campo motivado e com um espírito guerreiro, atacando o Santos desde o começo. A intenção dos jogadores paraguaios é marcar um gol nos 15 primeiros minutos da partida, para tentar desestabilizar o Santos. E os torcedores do Cerro Porteño prometem fazer do Estádio Pablo Rojas um verdadeiro caldeirão e incentivar o time durante toda a partida.
Por outro lado as esperanças Santistas estão nos contra-ataques e nos pés do garoto Neymar, que mais uma vez chamou a responsabilidade do jogo e promete muita Ousadia e Alegria. Caso a equipe brasileira consiga marcar um gol no inicio da partida, pode fazer a pressão diminuir e a equipe do Cerro sentir o baque.
Os jogadores Santista estão focados e sabem que podem entrar para historia do Santos com a conquista do Titulo da Taça Libertadores. - É claro que isso de conquistar a Libertadores e entrar para a história passa pela minha cabeça. Vencer esse campeonato nos deixaria marcados para sempre. Não apenas eu, mas todo o grupo", declarou Neymar, que com apenas 19 anos já conquistou três títulos pelo Santos: os Campeonatos Paulistas de 2010 e 2011 e a Copa do Brasil de 2010.
O time do Santos ganhou um desfalque para o jogo, o lateral esquerdo Léo, sentiu uma contusão no tornozelo e não viajou com a equipe, em seu lugar entrará o jovem Alex Sandro.
A HISTORIA
Cerro Porteño: semifinalista da competição em cinco ocasiões, a equipe azul grana tenta chegar à decisão pela primeira vez em sua história. Seria uma forma de amenizar o sarro dos torcedores do Olímpia. O principal rival do Cerro já venceu três Libertadores (1979, 1990 e 2002) e um Mundial Interclubes (1979).
Santos: tenta voltar a uma final de Taça Libertadores após oito anos. Em 2003, passou pelo Independiente Medellín-COL, nas semifinais, mas parou no Boca Juniors, de Tevez, na decisão. Agora, uma nova geração de Meninos da Vila, liderada por Neymar, quer ir além.
Este será o sexto jogo entre Santos e Cerro Porteño na história da Taça Libertadores. São duas vitórias santistas e dois empates. Um desses triunfos, no dia 28 de fevereiro de 1962, é histórico. Nesse dia, na Vila Belmiro, o Peixe venceu por 9 a 1. Até hoje, é a maior goleada da competição.
O Cerro Porteño disputou a semifinal da Taça Libertadores em 1973, 78, 93, 98 e 99. Nunca conseguiu ir além. Já o Santos foi semifinalista em 62, 63, 64 (entrou direto nas semi), 65, 2003 e 2007. Em 62, 63 e 2003 avançou à final.
A última vez que uma das semifinais da Libertadores teve um confronto entre brasileiros e paraguaios foi em 2006, quando o Internacional eliminou o Libertad após um empate sem gols em Assunção e uma vitória por 2 a 0 em Porto Alegre.
AS ARMAS
Cerro Porteño: o meia Jonathan Fabbro, que passou pelo Atlético-MG, é o principal articulador de jogadas da equipe paraguaia. Habilidoso, prende muito bem a bola e costuma acertar bons passes. Deu trabalho no jogo de ida, no Pacaembu.
Santos: Neymar não é só o melhor jogador do Peixe. É a grande esperança da Seleção Brasileira, que se prepara para a Copa América. Habilidoso e artilheiro, é o centro das atenções do Santos. Na quarta-feira passada, foi brilhante, armando uma grande jogada para o gol santista, marcado por Edu Dracena.
OS GUERREIROS
CERRO PORTEÑO-PAR: Barreto; Piris, Pedro Benítez, Uglessich e César Benitez; Caceres, Julio dos Santos (Lucero), Villarreal, Torres e Fabbro; Bareiro
Técnico:Leonardo Astrada
Técnico:Leonardo Astrada
SANTOS: Rafael; Jonathan, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Adriano, Arouca, Danilo e Elano; Neymar e Zé Eduardo
Técnico: Muricy Ramalho
Técnico: Muricy Ramalho
ARENA
Estádio General Pablo Rojas (Olla Azulgrana), em Assunção-PAR
ÁRBITROS
Wilmar Roldán (Colômbia)

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